10
abr
CATEGORIA: Animais, Geek, Vídeos

Game of Thr… digo, Goats

Atenção fãs de Game of Thrones para o melhor vídeo da história:


De nada.

Me lembrou aquele outro vídeo da Taylor Swift. Por que tudo com cabras fica mil vezes melhor?

07
abr
CATEGORIA: Eventos, Música, Viagem

Lollapraloser 2014

lollapalooza2014
Sei que vocês gostam das minhas desgraças, então lá vai.

Fui para o Lollapalooza nesse final de semana. Movi minha bundinha até São Paulo para o festival. Fui somente no dia 5, e olha, se tivesse comprado para o dia 6, tinha vendido, queimado, exorcizado aquele ingresso para não ter que ir para aquele buraco chamado Autodromo Interlagos nunca mais.
Comecei o dia já perdendo meus óculos de sol que a pobre Gabriela nem tinha terminado de pagar ainda. Classe média sofre. Não foi culpa do Lolla, foi minha mesmo que perco tudo, mas é só pra já dar o tom do que foi meu dia.

Enfim, sai eu e meus amigos para o tal Lollapalooza. Minha amiga paulista que estava nos hospedando disse que era melhor irmos de metro até a estação mais próxima, que ela disse ser Conceição, e de lá pegarmos um taxi para não termos que ir de trem, já que ela nos fez o favor de nos causar pânico do tal trem de tanto terror colocado.

Que ideia imbecil. Saímos do metro e pegamos o ônibus errado, obvio. Quando ameaçamos saltar e pegar um taxi, uma senhora quase me amarrou no banco.

“Não, tá muito longe e engarrafado, vocês vão pagar uma fortuna. Vocês saltam dois pontos depois do meu e pegam outro ônibus que deixa vocês lá do lado.”

Ok. O onibus era um calor de 7 infernos, mas esperamos pacientemente. E esperamos muito. Era tudo engarrafado. Víamos alguns faixas indicando “evitem esta via nos dias 5 e 6 de Abril” e nada mais. Sabe o que faria as pessoas evitarem a via? Um bloqueio! Porque não pensaram no transporte antes? Era obvio que iria engarrafar tudo.

Saimos do primeiro onibus e pegamos o segundo, ainda mais lotado e quente do que o primeiro. Malabarismos para se encaixar no meio de tanta gente. Todos reclamando do maldito festival que tinha causado aquele tumulto no bairro deles. Sinto a dor de vocês, de verdade. Era uma grande desgraça.

Quando finalmente chegamos, e põe finalmente nisso, sair do onibus era como entrar no ar condicionado. Por que as janelas da parte de baixo dos ônibus de São Paulo não abrem? Ia ser tudo muito melhor.

Chegamos no festival e demos de cara com um mar de pessoas, mas foi relativamente fácil encontrar nossos amigos. Eu e Lali ficamos lá com eles para esperar o show do Imagine Dragons e Jean e Tayna, que tinham ido de onibus conosco e estavam ficando na mesma casa que nos, foram para o show do Julian Casablanca.

Por um acaso do destino, achamos um lugar maravilhoso para o show do Imagine Dragons, muito perto do palco sem muvuca. E esse foi por esse motivo que gostamos do show, porque, caso você não estivesse em um lugar privilegiado como o nosso, o som era péssimo e na metade do show o telão pifou. Fez puff e nunca mais. Nossa sorte e que conseguíamos ver o palco e estavamos perto o suficiente das caixas de som.

Acabando o show do Imagine Dragons é que começamos a viver o Lollapalooza de verdade, e não a bolha de sorte que tinhamos conhecido até então. Os palcos era longe, mas tão longe, mas tão longe, que era mais fácil escolher um só e esquecer dos outros shows. Fora o caminho, que era basicamente parkour. Existia um funil que selecionava os meninos dos homens e depois você ainda tinha que pular umas muretas. Não tô brincando. A não ser que você quisesse dar uma volta enorme para passar por outro funil de pessoas.

Todos nos decidimos então ficar por ali mesmo e desistir de todos os outros shows para poder ver Muse. Extendemos as cangas por um cantinho na grama longe da passagem e sentamos para esperar por longas duas horas.

Como eu e Lali estavamos com muita fome e ainda tinhamos tempo, saimos em busca do tal Chef’s Stage que simplesmente não estava no mapa que nos deram na entrada, tivemos que sair perguntando por ai onde era.

O Chef’s Stage era patético de lotado. Bom, tudo era patético de lotado. Fui para a fila comprar tickets e a Lali ficou na fila para pegar os sanduíches para otimizar o tempo. Depois de meia hora esperando para comprar os tais tickets, abro a bolsa para pegar a carteira e… Cadê carteira? Não tem carteira nenhuma aqui. Poxa, que legal. Levaram embora. E eu tomando tanto cuidado para não deixar o zipper aberto da bolsa. Bem que tinha notado que estava mais leve.

Voltei para a onde a Lali estava, tinha certeza que a vez dela já tinha passado, mas ela continuava firme e forte no final da fila, que simplesmente não tinha andado. Expliquei o que tinha acontecido, ela foi para a fila dos tickets para comprar e eu tomei o lugar dela na outra fila.

Enquanto ligava para minha mãe para que ela cancelasse os cartões, o Jean e Tayna chegaram para me encontrar. O Jean estava mil vezes mais puto do que eu, que tive a carteira furtada. Eles mal conseguiram ver o show do Imagine Dragons por causa do telão que não funcionava e mal conseguiram ouvir, porque o som era horrivel. Tentaram ir para o show da Lorde (ou não era Lorde? Não me lembro mais) mas demoraram tanto para chegar no palco, que só pegaram as duas músicas finais.

Depois de mais uma hora na fila, saímos felizes – na medida do possível, aquela altura – de volta para encontrar nossos amigos. Um deles estava estirado no chão dormindo como um mendigo em cima da bolsa de uma de nossas amigas.

Eu contava a história de como furtaram minha carteira quando um de nossos amigos resolveu ir ao banheiro. Ele levantou e esbarrou no outro que dormia. Ele acordou e se levantou. Um pediu desculpas, o outro disse que estava tudo bem, e o primeiro saiu para o banheiro. Minha amiga virou para pegar a bolsa que estava servindo de travesseiro e…

“Levaram minha bolsa.”
“Hahaha, muito engraçado” eu disse.
“Ela tava aqui, o Henrique tava dormindo em cima. Não tá mais.”
“Não, isso não é possível!”
“Pois ela não tá aqui!”

E foi isso. Por questão de 10 segundos cronometrados, levaram a bolsa da minha amiga.

Sem muito tempo pra chororo, o show do Muse começou. E eu nunca ouvi um som tão ruim quanto aquele. Como fazem um festival com esse som, eu nunca vou entender. Era péssimo. O baixo só golfinhos conseguiam ouvir, acho que esqueceram que o show era para humanos.

A sorte é que Muse é Muse e o telão não queimou dessa vez. Mesmo sem conseguir cantar nem Atirei o Pau no Gato direito por causa da laringite ou seja lá qual “ite” o Matthew Bellamy estava, o show deles é sempre incrível. Respeito pelo tributo ao Kurt Cobain e por fazer ir em frente com o show mesmo bem doente. The show must go on.

Saímos voando do Autodromo assim que o show acabou. Não aguentava mais. Não dava para ficar ali nem mais um minuto. Depois de pausas para comer um cachorro-quente podrão e banheiro, entramos no onibus que nos levaria até o Terminal Santo Amaro e de lá poderiamos pegar o metro, que ficaria aberto até 1 hora.

Só que não. Chegamos meia noite e dez e, adivinha só, o metro estava fechado. Uma multidão se aglomerou ao redor de um funcionário questionando. Ninguém entendia. Tinham dito que estaria aberto até uma hora.

O jeito foi pegar outro ônibus que eu e meus 7% de bateria olhamos no Google onde saltar. E depois mais um taxi. E finalmente cama.

No dia seguinte tive que acordar as 7 da manhã para poder ir em uma Delegacia fazer um BO para poder embarcar no ônibus de volta para o Rio.

O resumo é que o transporte foi mal organizado, principalmente para chegar lá. O que custa aprender um pouco com o Rock in Rio e colocar bloqueios para evitar engarrafamento? O som eu não vou nem comentar, me recuso. O lugar era enorme, enorme o suficiente para não dar para aproveitar direito o festival e os shows, fora o quão dificil era se locomover pelos palcos. Socaram gente lá dentro até dizer chega. Acho que deveria ter alguém gritando na porta “eles ainda tão respirando! Pode mandar mais gente!” Mais uma vez, o que custa aprender um pouco com o Rock in Rio, que diminuiu quase que pela metade a lotação e fez com que fosse possível viver?

O Lollapalooza antes tinha a vantagem do Jockey ser de fácil acesso. Claro, nenhum lugar é perfeito, mas eu não sou obrigada a me espremer com outras 80 mil pessoas pela curva em S do Senna.

Tô tentando pensar em alguma coisa boa para falar, de verdade, e acho que a única coisa era a comida do Chef’s Stage, que era boa e tinha um preço justo. Lotado tudo era de qualquer jeito.

Conclusão: quem nasceu para Lollapalooza nunca será Rock in Rio.

02
abr
CATEGORIA: Gabbie no Youtube

Friendzone não!

E que ninguém NUNCA MAIS me venha perguntar o que eu acho de friendzone ou como sair da friendzone. Cabô a palhaçada.

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